OLYMPIA / O QUE PODEMOS DIZER DO PIERRE

Vera Mantero - Portugal

29 DE JUNHO 20h30
local: Theatro 4 de Setembro
duração: 15 min / 20 min
ingresso: R$ 20 inteira / R$ 10 meia
classificação: 18 anos
lotação: 500 lugares

Olympia

Improvisações. Cinco minutos. Nesta performance de 1993, Vera quer saber o que fazer para “acordar” as pessoas. A leitura de a “Asfixiante Cultura” de Jean Dubuffet é feita para o público. Vera faz a leitura revivendo a famosa pintura de Manet, Olímpia. Nua, sem pudores, deitada e reflexiva.

FICHA TÉCNICA

Concepção e interpretação: Vera Mantero
Luz: João Paulo Xavier
Adaptação e operação de luz: Hugo Coelho
Texto: Jean Dubuffet
Música: Extratos de música dos Pigmeus Baka, Camarões

O que podemos dizer do Pierre

Improvisação ao som da voz de Gilles Deleuze dando uma aula sobre Espinoza e o seu conceito dos três tipos de conhecimento possíveis ao ser humano. Vera propõe a multiplicidade que põe em interação a filosofia e a intuição verbal e não-verbal, racional ou irracional. Um corpo que pressiona e empurra espaços e vai todo em direção ao chão.

FICHA TÉCNICA

Concepção e interpretação: Vera Mantero
Banda sonora: Gilles Deleuze (Excertos de “Spinoza: Immortalité et Éternité”)
Montagem da banda sonora: Vera Mantero com Vítor Rua e António Duarte
Luz: Bruno Gaspar
Adaptação de luz: Hugo Coelho
Produção: O Rumo do Fumo
Ano de estreia: 2011

Vera Mantero é portuguesa, natural de Lisboa. Começou a sua carreira coreográfica em 1987 e, desde 1991, tem mostrado o seu trabalho por toda a Europa, Argentina, Brasil, Canadá, Coreia do Sul, EUA e Singapura. Destaca-se, dentre seus inúmeros trabalhos, os solos “Talvez ela pudesse dançar primeiro e pensar depois” (1991), “Olympia” (1993), “O que podemos dizer de Pierre” (2011), além de “Os Serrenhos do Caldeirão, exercícios em antropologia ficcional” (2012). Reconhecida dentro e fora de Portugal, dedica-se também ao trabalho de voz, cantando repertórios de vários autores e co-criando projetos de música experimental.

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