O BATEDOR DE BOLSA

Dalton Paula – GOIÁS

SEXTA 16 DE NOVEMBRO 20H
local: Campo
duração: 50min
classificação: 12 anos

 

Nessa performance são explorados objetos e espaços de forma metafórica com o intuito de propor questões sobre as relações cotidianas e os lugares sociais pré-estabelecidos. Partindo da ideia de “Corpo Silenciado”, já presente em outros trabalhos e que consiste em investigar o silenciamento dos corpos negros como uma enfermidade física e simbólica, o artista utiliza aqui o muro e sua natureza pictórica e adicionou novos elementos.

Em tal cenário o artista coloca seu corpo em ação, elaborando uma metáfora da pinhata. Dessa maneira, na performance “O Batedor de Bolsa” o artista trabalha com o cassetete e a bolsa como extensões do corpo, do eu e do outro, prolongamento simbólico, material e subjetivo do corpo na vida cotidiana, uma analogia com a alteridade.

Dalton Paula mora e trabalha em Goiânia. É bacharel em Artes Visuais e discute o corpo silenciado no meio urbano. Suas produções propõem uma reflexão sobre o medo, a efemeridade, o individualismo e a alteridade. Trabalha também o pictorialismo contaminado por linguagens diversas através do seu corpo no campo da intimidade. Em 2018 foi um dos artistas selecionados para a Trienal Songs for Sabotage do New Museum em Nova York/EUA. Integrou a 11ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul – O Triângulo Atlântico. Tem trabalhos na exposição Histórias Afro-Atlânticas, no MASP e Instituto Tomie Ohtake. Em 2017 participou da exposição The Atlantic Triangle, em Lagos/Nigéria; compôs as exposições 2ndChangjiang International Photography and Video Biennale, no Changjiang Museum of Contemporary Art, e BERLIN SHOW #5 – Collectors Loop, na GALERIAPLAN B; e esteve entre os finalistas da 6ª edição do Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas. Foi um dos artistas convidados da 32ª Bienal de São Paulo, participou do Projeto Multidisciplinar Ocupa Brasil, no Instituto Superior de Arte de Havana/Cuba. Em 2015, apresentou a individual Amansa-Senhor, na Sé Galeria, onde em 2014 fez sua primeira exposição solo “E um terremoto sereno e imperceptível arrasou a cidade…”; e neste ano participou ainda da exposição coletiva Histórias Mestiças, no Instituto Tomie Ohtake. Foi um dos selecionados do Programa Rumos Artes Visuais 2011/2013.

 

FICHA TÉCNICA

Criação e Performance: Dalton Paula

QUEM FAZ O JUNTA

Direção e curadoria:

Datan Izaká @izakadatan

Jacob Alves @jacobalves

Janaína Lobo @janalobo

Produção:

Mariah Santos @mariahsanttos

Bruno Dantas @brunoodantass

Assessoria de imprensa:

Tertuliano Filho @tertulianofilho

Claryanna Alves @aquelaclary

contato:

juntafestival00@gmail.com

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